Postagens

Torta de limão

Imagem
Torta de Limão Pedindo pelo amor de Deus. Tem que ser correndo, E eu super ansiosa. Que vontade de um pedaço de torta de limão. Mas tem um pequeno probleminha: A mais gostosa é do “Craque do Pão”. Comi, me empanturrei, a primeira vez que comi essa torta me amarrei. Adoro Torta de limão feita pelo “Craque do Pão”. Uhmmmmmmmm! Que delícia!

H. STERN

Imagem
Porque poucas mulheres tem o direito de entrar na H.STERN e eu não? As jóias que eu queria custam 15 mil reais. Meu marido é um índio, não tem bons hábitos: quer dizer, no começo do nosso casamento ele tinha: me levava pra jantar, me deixava comprar até me afundar em dívidas. E agora não posso nada. Não há luz no fim do túnel pra mim. Eu, sempre, quero tudo. E é assim!
A vida não é nada como sonhei... Quero sumir... Me esconder em alguma caverna e deixar que ela passe depois eu saio... Sinto um ódio, uma raiva de mim mesma pela minha incapacidade de assumir em ser eu mesma. O problema é que nem eu sei como sou. Se Deus me me oferecesse alguma escolha agora, eu pediria a morte. Sinto ódio, muito ódio!

Bondinho

Imagem
Há várias versões históricas a respeito da origem do nome Pão de Açúcar. Segundo o historiador Vieira Fazenda, foram os portugueses que deram esse nome, pois durante o apogeu do cultivo da cana-de-açúcar no Brasil (século XVI e XVII), após a cana ser espremida e o caldo fervido e apurado, os blocos de açúcar eram colocados em uma forma de barro cônica para transportá-lo para a Europa, que era denominada pão de açúcar. A semelhança do penhasco carioca com aquela forma de barro teria originado o nome. O penedo teve ao correr do tempo, cronologicamente, os seguintes nomes: “Pau-nh-açuquã” da língua Tupi, dado pelos Tamoios, os primitivos habitantes da Baía de Guanabara, significando “morro alto, isolado e pontudo”; “Pot de beurre” dado pelos franceses invasores da primeira leva; “Pão de Sucar” dado pelos primeiros colonizadores portugueses; “Pot de Sucre” dado pelos franceses invasores da segunda leva. Ortograficamente, segundo a anterior ortografia da Língua Portuguesa, “Pão de Assuca...

Psicopatas, 308

Eu sou psicopata porque desde que nasci começo a matar... Minato minha dor, minha sede, minhas fezes, mato meu amor. Este cabelo horrível que não fica como quero.. Liso sedoso... Tenho que fazer como Ezequiel, Domar essas serpentes.... Café com pão bulaxa não... café com pão... bolacha não... Adoida varrida quer morar no Rio de Janeiro e deixar três doidas na bahia... Por que será? Por que será? Eu não conto, não conto, Eu não vou te contar I see you later! A kiss!

Estácio de Sá

Nunca vou esquecer o dia que entrei na Universidade Estácio de Sá. Foi inesquecível. Eu não acreditei. Como pode? Uma nordestina estudando na Universidade Estácio de Sá. Tinha que ser esta Universidade. Ela me aceitou como sou. Me quis e me deformou. É, porque a Universidade não forma ninguém, ela deforma, assim como o vidro derretido. Deus me olhou entre a multidão e disse: Vc é minha! Sou de Deus e não pertenço mais a ninguém. Entrei livre na Estácio de Sá e saí prisioneira de mim mesma. Agora quero me libertar. Me entreguei aquele pátio e não saí mais. Meu coordenador me deu um chega pra lá e me ensinou a respeitar os ungidos... Ah! Estácio de Sá! Ah! Estácio de Sá! Quando é que tu vais me libertar? I don't Know!
Quando aquela voz falou ao meu ouvido: Não vá! Eu não acreditei. Será que ela queria que eu ficasse ou queria que eu fosse de uma vez? Ela cismou que partiria no outono, eu mais uma vez não acreditei. E ela foi. No inverno ou no outono? Só sei que foi. Acaba um estação e entra outra. E assim ela foi embora. No que pensava? No que temia? No que maquinava? Uma mulher amada e ousada nasceu para me derrubar ao chão e destruir com meus brios. Ela anteriormente me contou sobre um elevador de vidro e um anjo que a chamava. Eu chorei e não acreditei. O que eu temia? Por que me encolhia dentro de mim e não fazia o que era necessário: Limpar o chão, fazer o almoço, lavar a louça, botar a mesa e depois dormir no seu colo. Fazer aquele café gostoso e depois deitar no seu colo para ouvir suas peripécias. Fiquei pouco tempo ao seu lado, Mas conhecia e desconhecia como ninguém: Baixinha, olhos pequenos e irados, mas de um amor descomunal. Por que não amei mais do que a mim mesma? Porque meu coração t...