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Almir e Zé Felipe levaram um fora dos Barroquenses

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A praça de Barrocas ficou vazia, A festa esperada virou ilusão, O povo cansou da velha agonia, Deixando o prefeito no chão. Zé Felipe , o artista tão aguardado, Que a juventude queria escutar, Pegou suas malas, mudou o traçado, Foi em outra freguesia cantar. O plano ruiu, a farsa caiu, Na mesa o prefeito chorou o desgosto, Almir de Maciel o desprezo sentiu, Com a vergonha estampada no rosto. Ficou o vestido guardado na gaveta, A bota lustrada perdeu seu valor, A noite vazia virou borboleta, Na queda daquele que se achou doutor. A praça hoje chora a noite perdida, Mas guarda a lição que o silêncio ensinou: A força da gente não é iludida, E o prefeito rejeitado sozinho ficou.

Um negro na Presidência

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Pq o Brasil n tem um negro na Presidência? Os mesmos que fazem lei contra o racismo são racistas. Até os Estados Unidos já teve Barack Obama e o Bras nunca teve. Pq?

Procura da Poesia

Procura da Poesia [Carlos Drummond de Andrade] Não faças versos sobre acontecimentos. Não há criação nem morte perante a poesia. Diante dela, a vida é um sol estático, não aquece nem ilumina. As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam. Não faças poesia com o corpo, esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica. Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro são indiferentes. Não me reveles teus sentimentos, que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem. O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia. Não cantes tua cidade, deixa-a em paz. O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas. Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma. O canto não é a natureza nem os homens em sociedade. Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam. A poesia (não tires poesia das coisas) elide sujeito e objeto. Não dramatizes, não invoques, não indagues. Não percas tempo em ment...

Procura da Poesia

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Procura da Poesia [Carlos Drummond de Andrade] Não faças versos sobre acontecimentos. Não há criação nem morte perante a poesia. Diante dela, a vida é um sol estático, não aquece nem ilumina. As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam. Não faças poesia com o corpo, esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica. Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro são indiferentes. Não me reveles teus sentimentos, que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem. O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia. Não cantes tua cidade, deixa-a em paz. O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas. Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma. O canto não é a natureza nem os homens em sociedade. Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam. A poesia (não tires poesia das coisas) elide sujeito e objeto. Não dramatizes, não invoques, não indagues. Não percas tempo em ment...

Nação de Israel, parabéns

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Homenagem ao Povo de Israel pela formação do Estado em 1948 Em 14 de maio de 1948 , David Ben-Gurion leu a Declaração de Independência em Tel Aviv e o mundo ouviu um povo dizer "basta" a 2000 anos de exílio. Depois do Holocausto e de séculos de perseguição, os judeus reconquistaram o direito de ter uma casa nacional na terra ancestral. Era o fim da diáspora como destino e o começo de Israel como realidade. O sonho mantido vivo na frase "Ano que vem em Jerusalém" virou endereço. Essa nação nasceu pelas mãos de quem decidiu reconstruir. Sobreviventes dos campos de concentração, pioneiros que drenaram pântanos e fizeram o deserto florescer nos kibutzim, intelectuais como Theodor Herzl e Chaim Weizmann que transformaram o sionismo em projeto concreto. Jovens que em 1948 largaram tudo para defender fronteiras recém-nascidas. Gente que trocou a condição de refugiado pela de fundador, que reviveu o hebraico e ergueu universidades, hospitais e cidades do zero. Por i...

A Nação de Israel livre

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Homenagem ao Povo de Israel pela formação do Estado em 1948 Em 14 de maio de 1948 , David Ben-Gurion leu a Declaração de Independência em Tel Aviv e o mundo ouviu um povo dizer "basta" a 2000 anos de exílio. Depois do Holocausto e de séculos de perseguição, os judeus reconquistaram o direito de ter uma casa nacional na terra ancestral. Era o fim da diáspora como destino e o começo de Israel como realidade. O sonho mantido vivo na frase "Ano que vem em Jerusalém" virou endereço. Essa nação nasceu pelas mãos de quem decidiu reconstruir. Sobreviventes dos campos de concentração, pioneiros que drenaram pântanos e fizeram o deserto florescer nos kibutzim, intelectuais como Theodor Herzl e Chaim Weizmann que transformaram o sionismo em projeto concreto. Jovens que em 1948 largaram tudo para defender fronteiras recém-nascidas. Gente que trocou a condição de refugiado pela de fundador, que reviveu o hebraico e ergueu universidades, hospitais e cidades do zero. Por i...

13 de Maio

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Marcou o dia mais importante para os negros Não deve passar em branco.