Almir e Zé Felipe levaram um fora dos Barroquenses
A praça de Barrocas ficou vazia,
A festa esperada virou ilusão,
O povo cansou da velha agonia,
Deixando o prefeito no chão.
A festa esperada virou ilusão,
O povo cansou da velha agonia,
Deixando o prefeito no chão.
Zé Felipe, o artista tão aguardado,
Que a juventude queria escutar,
Pegou suas malas, mudou o traçado,
Foi em outra freguesia cantar.
Que a juventude queria escutar,
Pegou suas malas, mudou o traçado,
Foi em outra freguesia cantar.
O plano ruiu, a farsa caiu,
Na mesa o prefeito chorou o desgosto,
Almir de Maciel o desprezo sentiu,
Com a vergonha estampada no rosto.
Ficou o vestido guardado na gaveta,
A bota lustrada perdeu seu valor,
A noite vazia virou borboleta,
A bota lustrada perdeu seu valor,
A noite vazia virou borboleta,
A praça hoje chora a noite perdida,
Mas guarda a lição que o silêncio ensinou:
A força da gente não é iludida,
E o prefeito rejeitado sozinho ficou.
Mas guarda a lição que o silêncio ensinou:
A força da gente não é iludida,
E o prefeito rejeitado sozinho ficou.
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