Dia das mães sem mãe, que saudades.
Mmãe, que tristeza ter te perdido, no dia 18 de maio de 2003 marcou o início de uma ausência que já dura 23 anos, mas também o começo de um legado que vive em mim.
A passagem do tempo não apaga a presença de uma mãe; ela apenas a transforma em uma voz interna e em uma saudade que caminha ao nosso lado. Como cita um autor desconhecido: "Minha história existe porque a sua veio primeiro". Essa presença invisível, mas sentida, é o que mantém viva a conexão entre nós desde aquele maio de 2003. É um vínculo que transcende a vida terrena, o amor, pois, como nos conforta o texto bíblico de Cantares 8:7: "As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo". Que a memória dela permaneça em mim e que essa nova mãe me perdõe por tudo.
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